Heineken | McDonalds | Mastercard
A Heineken está dando um show nas ações que realiza com a UEFA Champions League na europa, como já vimos no blog. Agora, a marca levará três brasileiros para a festa da UEFA Champions League, que acontecerá no Rio de Janeiro, entre 21 e 23 de maio. Para concorrer às vagas na Star Final, o internauta deverá participar de uma promoção no site da marca preenchendo balões de uma das três imagens do torneio. As frases mais criativas levarão seus autores para o evento.
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Já a McDonalds finalmente anunciou que terá um diretor para mídias sociais. Um pouco tarde na minha opinião, visto que marcas do mesmo peso e até menores já possuem uma figura como essa em seus quadros, geralmente vinculado a ações diretas de marketing e CRM. O escolhido foi, para a unidade norte-americana, diga-se de passagem, Rick Wion, que já fazia projetos do tipo pela GolinHarris, foi membro-fundador da Força Tarefa Digital da empresa, que estabelece as diretrizes da comunicação digital. No novo cargo, ele terá três papeis principais: usar as mídias sociais para construir o negócio, gerenciar problemas com consumidores, e se comunicar com grupos focais, como as chamadas “mommy bloggers”, que escrevem sobre produtos para crianças e para o lar.
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E não é dessa vez que a Mastercad irá mudar seu slogan, que já dura um bom tempo. A marca continua com sua campanha “Não tem preço“. Desta vez o tema é o futebol, já citado várias vezes pela campanha. A peça, criada pela McCann Erikson, me fez lembrar minha infância, quando colecionava figurinhas de jogadores de futebol, principalmente na Copa. Desta vez, Pelé aparece e o personagem consegue ajudar seu pai a completar o Álbum de uma Copa antiga. Logicamente, em ano de copa do mundo, veremos muito mais ações da Mastercard e de outras empresas citando o esporte mais popular do país.
Os consumidores estão prontos. Sua organização está?
Depois de iniciar suas atividades, sua empresa cresceu e se tornou um player bem sucedido no mercado. Agora você decidiu iniciar sua caminhada no ambiente on-line. Porém, antes de começar a desenvolver uma estratégia de comunicação e reunir o recurso apropriado, você terá que dar um passo para trás e analisar se sua organização está preparada. Ao realizar tal análise, você irá, essencialmente, evitar uma parte das dores de cabeça e do stress desnecessários que você encontraria se pulasse esta etapa.
O que é “mídia social”, “web 2.0″, “novas mídias” e o que é o ROI?
Estas questões podem e serão realizadas por muitos na sua organização. Para apresentar uma estratégia global de desenvolvimento on-line para uma equipe que talvez não possua o conhecimento apropriado, tal estratégia poderá acabar resultando em bloqueios, diluição da força da equipe, que poderia “resultar em uma finalidade criativa (o que os americanos chamam de “think outside the box”) e da própria estratégia. Portanto, essa solução, você ou sua equipe devem ser capaz de colocar na mesa.
É bom lembrar que as redes sociais estão crescendo rapidamente, como nunca foi visto antes, e que isso pode intimidar algumas pessoas. A indústria da publicidade, sabedora do fato, vem realizando uma grande mudança e os gestores estão sendo obrigados a não só dar o controle das ações para os consumidores, como também a seus funcionários que possam ser mais conhecedores do canal e que, possivelmente, possam pôr seu próprio trabalho a perder. Apresentado tal panorama, as organizações devem seguir uma ou mais linhas de ação.
Realização de um teste de prontidão organizacional
Para saber se sua empresa está preparada comece por avaliar a sua cultura organizacional atual. Você pode usar esse simples teste para ajudar a identificar as lacunas existentes e que possam constituir um desafio aos seus esforços, permitindo-lhe a capacidade de estabelecer expectativas realistas para a rapidez com a sua visão do que pode ser realizado;
Identificação dos stakeholders e compreensão de seus anseios e preocupações
Conhecer o público-alvo e seu público-potencial é fundamental. Para crescer no mercado você vai precisar do apoio e da aprovação de várias partes interessadas, o que comumente se chama “stakeholders”. Devido à natureza da social da web, colaboradores do jurídico, marketing, atendimento ao cliente e outros grupos precisam garantir que seus interesses estão sendo considerados. Negligenciar qualquer um deles pode resultar em atrasos onerosos e atritos desnecessários;
Criação de um plano de comunicação interna
Você precisará definir quem pode levar esta iniciativa e prover a equipe com os recursos necessários à execução. Eles vão ser obrigados a educar as várias equipes, não só sobre os benefícios do desenvolvimento de uma comunidade online da marca, mas também sobre como isso irá impactar seus papéis, seus departamentos e a empresa em geral. Essa atividade demanda um esforço conjunto e, tenha certeza, é demorado. Alguns podem, imediatamente, pensar em desistir, enquanto outros vão querer ter tempo para trabalhar a idéia. Paciência, perseverança e mensagens consistentes serão os principais ingredientes para a obtenção de sucesso nesta fase.
Definição das regras do jogo
Esta etapa exigirá que várias cartas na mesa, ou seja, possibilidades e pessoas. Qualquer ação, o papel e responsabilidade no que se refere à forma como os funcionários, parceiros e colaboradores empenharem online, devem ser claramente definidas. No momento em que alguém postar um comentário sobre a marca, negativo ou positivo, deve haver uma idéia clara de como a empresa irá responder, quem é responsável por tal ação, onde e como a comunicação deve ser feita. Ao responder estas perguntas a empresa proporcionará a algo que todos os stakeholders anseiam, dentro e fora da organização, criando linhas claras de responsabilidade que, em última instância, pode minimizar qualquer preocupação com a segurança do trabalho se qualquer problema ameaçar aparecer.
Encontrando a velocidade certa
Depois de ter construído uma equipe com o apoio adequado e com o nível de atividade esperado você pode começar a testar sua capacidade. Para iniciar as atividades nas redes sociais com ambos os pés ao mesmo tempo é necessário analisar também, o mercado no qual sua organização está inserida. Dependendo de seus concorrentes, fornecedores e, principalmente, de seus consumidores, ser muito “rápido” pode não representar, necessáriamente, uma vantagem competitiva.
Dependendo do nível de conforto da sua organização, nesta fase, você terá que medir o quão agressivo você deve ser em primeiro lugar antes de construir o “momentum” e entregar o controle de vez para os consumidores. Não se esqueça de que leva tempo para construir uma confiança com seus consumidores, embora o pagamento no final irá fornecer melhores resultados para seus negócios, se feito corretamente.
Mensuração, aprendizado e construção do “momento”
Neste ponto, você terá de demonstrar resultados rápidos, enquanto permanece na trilha para alcançar uma maior visibilidade. Certifique-se de definir claramente os principais indicadores de desempenho e monitorá-los durante todo o processo. Essas métricas podem incluir os níveis de engajamento, Net Promoter Score, o sentimento de marca, vendas e mesmo volume de vibração da marca em círculos sociais. Tudo isso pode ser mensurado. Estes valores devem ser personalizados de acordo com seus objetivos e devem servir para fornecer um panorama instantâneo de como as suas comunicações estão sendo realizadas.
Como você pode ver, o desenvolvimento da participação de uma marca em uma comunidade online envolve muito mais do que somente criar uma estratégia para se conectar com os consumidores através da internet. Há muitas partes em movimento, com diferentes perspectivas e interesses que precisam ser consideradas para que os resultados apareçam. Isso tudo deve ser realizado de forma conjunta e planejada.
A Humanidade das Marcas
Hoje o assunto é marca, ou para os mais moderninhos, branding. Uma coisa estranha para muitos leigos, dentre eles alguns que já foram meus clientes, é alguém pensar no conceito da construção de marcas e admitir isto como uma construção de idéias. Se pensarmos um pouco, o conceito de branding nunca fez muito sentido, principalmente se pensarmos nas publicações disponíveis. Dependendo da abordagem, ou do que você lê, uma marca pode ser uma pirâmide ou uma personalidade, uma experiência ou uma equação.
Mas as marcas têm seu valor. Se não fosse por isto, Coca-Cola, Microsoft, Google não teriam os valores de mercado que apresentam hoje: valores que denominamos, valores de label. Então podemos admitir que marcas têm alma, têm humanidade. Elas existem como um espelho das motivações da sociedade, refletindo nossos ideais e sonhos, medos e fragilidades. Nada pode existir em branding, que já não existe em nossa vida cotidiana. Na verdade, se quisermos compreender melhor as marcas, não precisamos de métricas ou cálculos, precisamos entender melhor a nós mesmos.
Então, é necessário construir uma idéia, assim como é necessário construir uma imagem. E é por conta dessa construção, desse processo que poucas marcas podem se tornar um sucesso da noite para o dia, pois, na verdade, é preciso tempo para estabelecer uma identidade e se tornar independente. É por esta e outras razões que o planejamento se faz tão necessário. A marca deve escolher um lugar que vai ajudá-la a construir relacionamentos e ganhar o rendimento de que necessita para sobreviver. É a sua marca no ambiente certo, um ambiente que corresponda as suas motivações.
No estudo de ciclo de vida de um produto, podemos observar que o movimento natural de todo e qualquer produto é semelhante à vida de alguém. Mesmo os mais fortes líderes podem ficar doentes (A Toyota, por exemplo, teve que realizar um recall record no mundo e teve sua imagem abalada) e sem tratamento adequado podem morrer. Mas existem estratégias para prolongar a vida de uma marca, ou até mesmo fazê-la nascer novamente.
Como um profissional de marketing, tendo trabalhado em dois continentes, com muitos pontos-de-vista diferentes, acredito que há algo que falta em nossa compreensão do branding, algo que nos falta na compreensão do ser humano. Talvez falte uma compreensão mais aprofundada de sua própria humanidade. É preciso compreender que as marcas são mais do que uma métrica ou um modelo, elas são um espelho de nossas motivações psicológicas e biológicas, e para entendê-las corretamente, devemos entender melhor a nós mesmos.
Marketing Esportivo e receitas dos clubes
Como todo bom brasileiro, na curva normal, também sou amante do futebol. Assim como todo amante de futebol, consequentemente, sou consumidor de futebol. À primeira vista, é estranho se admitir como “consumidor” de futebol, mas o fato é que, assim como eu, milhões de pessoas ao redor do mundo “consomem” futebol quase que diariamente. E olha que não tenho nenhuma camisa de clube ou qualquer produto que faça menção direta a qualquer instituição do futebol.
A modalidade de consumo representa, no esporte, uma fonte de receita. Assim como comprar uma camisa do seu clube irá gerar uma receita para o mesmo, outras formas de consumo estão relacionadas. Senão vejamos:
- Material esportivo (camisas, bonés, bandeiras, etc.)
- Produtos de merchandising (agendas, cadernos, etc.)
- Ingressos
- Direitos de Televisão
- Patrocínios
- Programas de Fidelidade (sócio-torcedor, cartões, filiações, etc.)
Portanto, a renda de um clube depende de vários fatores. Por exemplo, é por isso que os maiores patrocínios do país acabam indo para Flamengo, Corinthians, São Paulo e Vasco. Esses times detém, juntos, mais de 40% de todos os torcedores do país, segundo a última pesquisa Datafolha, o que, para os patrocinadores é um ótimo negócio: fixar a marca do clube à da empresa. Imagine, por exemplo, que 30% dos torcedores do Corinthians (que detém cerca de 12% do total de torcedores) resolvessem adquirir algum produto da Hipermarcas, patrocinadora do time. Só aí já teríamos, pelo menos, um contingente de mais de 3 milhões de consumidores, o que é um número considerável.
Então, bem aproveitado, o fator torcida representa um ítem significativo na receita de um clube, a julgar pelos programas de sócio-torcedor, como podemos ver no quadro abaixo (Fonte: Futebol Finance). Logicamente, não apenas a quantidade de torcedores, mas quanto cada time arrecada é importante para considerar o peso de um programa como esses nas receitas do clube. Isso é o que chamamos no marketing de Regra de Paretto, ou curva ABC e tem sua utilidade para calcular a representatividade de cada ítem em um universo, nesse caso, o de receitas.
No último ranking de clubes com maiores receitas no mundo, o Deloitte Football Money League 2010, logicamente, nenhum clube brasileiro figurou entre, pelo menos, os 30 primeiros. A causa de tal acontecimento, se dá, principalmente pelo aparente atraso do futebol brasileiro, enquanto instituição, nos aspectos de profissionalismo, alcance das marcas, moeda corrente e visibilidade dos campeonatos disputados entre os times. A receita dos times foi considerada como sendo formada por três aspectos: Direitos de Tv, Comércio e Bilheteria. Vejamos os dados (expressos em milhões de Euros):
O resultado de todo esse panorama é que os clubes que têm uma visibilidade mundial, caso dos principais clubes da Europa, conseguem manter sua receita em alta, mesmo nos momentos de crise. Deixando claro que não estamos falando de dívidas, apenas de receitas.
Ainda segundo o Futebol Finance, estes são os clubes que ficaram à abaixo do ranking, com destaque para o Fenerbahce, como a única equipe presente nos 30 primeiros que não faz parte de uma das 5 maiores ligas europeias. Note ainda que, dos 30 clubes apresentados no estudo, apenas 6 nações estão representadas: Inglaterra (10 clubes), Itália (6 clubes), Alemanha (6 clubes), França (4 clubes), Espanha (3 clubes), Turquia (1 clube).
21. Paris Saint-Germain – 100,8 milhões de Euros
22. Atlético de Madrid – 100,3 milhões de Euros
23. Girondins Bordeaux – 99,8 milhões de Euros
24. VfB Stuttgart – 99,8 milhões de Euros
25. Aston Villa – 98,9 milhões de Euros
26. ACF Fiorentina – 94,1 milhões de Euros
27. Everton – 93,5 milhões de Euros
28. SSC Napoli – 90,1 milhões de Euros
29. West Ham United – 89,3 milhões de Euros
30. Fenerbahce SK – 87,0 milhões de Euros
Fica então um alerta e, ao mesmo tempo, um material muito rico para que possamos analisar de uma forma mais crítica, a composição das receitas dos clubes, principalmente os brasileiros, que se apóiam em vendas de promessas para o exterior para equilibrar suas receitas.
Na visão de profissional de marketing uma marca deve ser trabalhada. Ela deve procurar fidelizar, ou pelo menos, obter a preferência do consumidor no momento da compra. A tomar como referência nosso país, não tenho dúvidas ao afirmar que os consumidores do futebol são uns dos mais fiéis que podemos encontrar. Mesmo quando o time está ruim, muitos apóiam e “compram” a marca. Melhor exemplo que o Fluminense no Campeonato Brasileiro de 2009 não existe.
Assim, esse trabalho deve ser levado a sério, procurando-se maximizar as receitas da composição: matchday (dia do jogo), material de merchandising e direitos de Tv. Resta saber se as “antigas oligarquias” se propõem a realizar um trabalho mais sério e sustentável nos clubes brasileiros, oferecendo produtos que satisfaçam o desejo dos seus consumidores, antes que eles decidam optar por outra “marca” de coração.
Ps: para quem quer conferir uma análise mais aprofundada sobre futebol, sugiro acessar dois sites muito interessantes:
O som das tribos
Ouvi Marty Neumeier (Zag, Brand Gap) pela primeira vez quando ele estava realizando um workshop na Design Exchange. Na conversa, Marty explicou que ele começou sua carreira na implementação de estratégias de marca apenas para perceber que havia uma série de estratégias falhas que a execução não poderia consertar. Isto levou-o a concentrar seus esforços na diferenciação de marca: a estratégia nº1 de uma marca de sucesso aos olhos de Marty.
Se você está olhando para a verificação do poder de diferenciação e pensar no ipod e no mercado de tocadores de MP3, a Apple tem 72% do mercado, a um preço que é de 2 a 5 vezes maior do que os concorrentes …. bem, eu penso que você começa a idéia. Marcas de alto desempenho são caminho para sair na frente em termos de fidelidade, lucratividade e eles são difíceis de vencer – a não ser é claro que você encontrar sua própria maneira de diferenciar.
Uma das primeiras regras é que não pode ser tudo para todos os povos. Na sessão de Marty falava saber sua “tribo”. Ele afirmou que a ênfase de hoje precisa ser relativa à compra. Como chegar até isso? Sua tese era simples: os anunciantes precisam concentrar toda sua energia em uma reivindicação forte ou um conceito forte. Em um momento em que a indústria acredita “quanto mais você dizer, quanto mais você vende.” Esta foi uma idéia que pegou quase que imediatamente.
Não há nada de errado com essa tendência, porém, na medida em que vai sem uma proposta de valor única, a sua campanha e seu negócio podem perder o foco e não apresentar nenhum ponto forte de diferenciação. Cada marca tem uma tribo que a suporta. Se você conversar com sua tribo, eles podem muito bem continuar a apoiá-lo.
O fato é: as pessoas anseiam a identidade tribal. O que eles querem saber é: “Se eu comprar este produto, o que vai me fazer parte dessa tribo?”
Marty Neumeier é actualmente Diretor de Transformação na Liquid Agência.
Mercado: Nintendo Wii
Em Dezembro de 2005 a Nintendo, fabricante japonesa de videogames, voltava ao cenário dos grandes gamers ao anunciar o Nintendo Revolution. Esse era o nome oficial do console, anunciado na feira anual de jogos E3 de 2005 e lançado no mercado no final de 2006. Antes do anúncio do nome oficial do console, no dia 27 de abril de 2006, era assim que o Nintendo Wii era conhecido.
A grande característica do console é seu controlador sem fios, o Wii Remote, dotado de um acelerômetro capaz de detectar movimentos em três dimensões. Outra característica do console é o WiiConnect24, que permite receber mensagens e atualizações através da internet durante o modo stand-by.
Em 2007, foi anunciado que o Wii conduziu a Nintendo de volta à condição de líder no mercado de videogames da atual geração, posição que a empresa havia deixado de ocupar há 17 anos. Para se ter idéia de como o mercado de games se encontra hoje, o Nintendo DS, portátil da mesma empresa, apresentou a melhor venda de sua história em dezembro, atingindo 3 milhões de unidades. O Wii vendeu 2,2 milhões de consoles. Em terceiro lugar ficou o Xbox 360, que vendeu 1,4 milhões, 14% acima dos números de dezembro de 2007. O crescimento é atribuído ao serviço online Xbox Live, segundo a Microsoft. O PlayStation 3 vendeu 726 mil unidades, 9% a menos que no mesmo mês do ano anterior e o PlayStation 2 vendeu 410 mil.
Alguns estarão se perguntando o porque deste post depois de quase 4 anos de lançamento do console. Pois bem, aí vão os fatos. Não existe Nintendo Wii no mercado canadense, principalmente o de Toronto, seu maior mercado, desde o natal. No país, o console é vendido por $209.00 (Dolares Canadenses) enquanto no Brasil o mesmo console é vendido por R$ 999,00.
Esse panorama revela que, de fato, o console japonês é um sucesso, porém, pode revelar uma falha tremenda da Nintendo com o mercado. É fato que as estratégias de marketing afirmam que não se pode faltar produto na prateleira, e é isso o que vem acontecendo aqui no Canadá.
Portanto, uma falha tremenda em termos de oferta, e ao mesmo tempo um sucesso de execução em termos de estratég
ia de marketing. De fato, o Wii coexiste facilmente com outro console, mas se destaca no quesito sociabilidade e jogabilidade, além de ser mais barato e menor do que seus outros dois concorrentes diretos: PS3 e Xbox360. Espero que, brevemente, a marca japonesa resolva tal problema, pois eu também estou na fila pelo Wii. No mais, aos que já garantiram o console, aproveitem, pois de fato é um console genial, e que, apesar de dever um pouco nos gráficos, compensa na jogabilidade.
Tv: Oscar 2010 tem a melhor audiência dos últimos seis anos
As apostas da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas para levantar a audiência do Oscar surtiram efeito. Segundo a ABC, 41,3 milhões de espectadores nos Estados Unidos acompanharam ao vivo a cerimônia de entrega do maior prêmio de entretenimento do planeta, realizado na noite do domingo 7.
Essa foi a maior audiência do Oscar na TV desde 2004, quando 43 milhões de pessoas assistiram ao festival de estatuetas arrebatados por O Senhor dos Anéis. Em comparação com o ano passado, o índice é cerca de 14% maior (em 2009, a audiência foi de 36,3 milhões).
Os organizadores encontraram uma relação direta entre a audiência do Oscar e a natureza dos filmes indicados para o prêmio de Melhor Filme – que neste ano ficou com Guerra ao Terror (que arrebatou ao todo seis troféus). Quando blockbusters estão entre os concorrentes, o número de espectadores geralmente aumenta.
Essa foi uma das razões pelas quais a Academia decidiu ampliar de cinco para dez o número de filmes indicados ao prêmio principal. Assim, a entidade pode contemplar entre os concorrentes tanto os filmes de arte, sem grande apelo para o público da TV, quanto arrasa-quarteirões que não teriam chance de aparecerem na lista caso os indicados continuassem a ser apenas cinco.
As estatísticas do Oscar deste ano servem para reafirmar a importância de eventos ao vivo para as grandes emissoras de TV aberta dos EUA. Numa época em que cada vez mais pessoas gravam seus programas favoritos para assisti-los na hora em que bem entenderem (e provavelmente pulando os breaks comerciais), eventos como o Oscar continuam funcionando como a TV de antigamente, ao reunir o maior número de pessoas possíveis assistindo, ao mesmo tempo, a uma única atração.








Então, o Marketing Pessoal pode ser entendido como um processo, desenvolvido por um indivíduo ou organização, envolvendo a concepção, planejamento e execução de ações que contribuirão para a formação profissional e pessoal de alguém, a atribuição de um valor (não necessariamente monetário) justo e compatível com o posicionamento de mercado que se queira adquirir, a execução de ações promocionais de valorização pessoal que o coloquem no lugar certo na hora certa, de tal maneira que as organizações ou pessoas para quem trabalhe ou exerça influência, e ele próprio, se sintam satisfeitos.


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