Heineken | McDonalds | Mastercard

A Heineken está dando um show nas ações que realiza com a UEFA Champions League na europa, como já vimos no blog. Agora, a marca levará três brasileiros para a festa da UEFA Champions League, que acontecerá no Rio de Janeiro, entre 21 e 23 de maio. Para concorrer às vagas na Star Final, o internauta deverá participar de uma promoção no site da marca preenchendo balões de uma das três imagens do torneio. As frases mais criativas levarão seus autores para o evento.

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Já a McDonalds finalmente anunciou que terá um diretor para mídias sociais. Um pouco tarde na minha opinião, visto que marcas do mesmo peso e até menores já possuem uma figura como essa em seus quadros, geralmente vinculado a ações diretas de marketing e CRM. O escolhido foi, para a unidade norte-americana, diga-se de passagem, Rick Wion, que já fazia projetos do tipo pela GolinHarris, foi membro-fundador da Força Tarefa Digital da empresa, que estabelece as diretrizes da comunicação digital. No novo cargo, ele terá três papeis principais: usar as mídias sociais para construir o negócio, gerenciar problemas com consumidores, e se comunicar com grupos focais, como as chamadas “mommy bloggers”, que escrevem sobre produtos para crianças e para o lar.

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E não é dessa vez que a Mastercad irá mudar seu slogan, que já dura um bom tempo. A marca continua com sua campanha “Não tem preço“. Desta vez o tema é o futebol, já citado várias vezes pela campanha. A peça, criada pela McCann Erikson, me fez lembrar minha infância, quando colecionava figurinhas de jogadores de futebol, principalmente na Copa. Desta vez, Pelé aparece e o personagem consegue ajudar seu pai a completar o Álbum de uma Copa antiga. Logicamente, em ano de copa do mundo, veremos muito mais ações da Mastercard e de outras empresas citando o esporte mais popular do país.

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Mercado: Mulheres da classe C devem movimentar R$ 158 bi em 2010

Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing

As mulheres da classe C devem movimentar R$ 158 bilhões até o final do ano, segundo expectativa do Instituto de Pesquisas Data Popular. Essas consumidoras são responsáveis por 41% da renda familiar, enquanto as mulheres da classe A ficam com apenas 25%. Atualmente, a classe C conta com 94,4 milhões de pessoas, uma fatia de 49,7% da população, que movimenta anualmente R$ 428 bilhões. Dentro dessa massa, existem 48,6 milhões de mulheres.

A mulher da classe C já responde por mais da metade do consumo de produtos e serviços de vários segmentos. Enquanto 59% dos homens deste grupo têm cartão de crédito, por exemplo, este número sobe para 62% entre as mulheres. Essas consumidoras também representam a maioria nos principais canais de compra do varejo. Nas lojas de roupas, supermercados e farmácias, as mulheres da classe C são 51%. Nos shoppings, há pelo menos 12 clientes mulheres deste grupo para cada 10 compradores do sexo masculino.

Avenida Brasil Comunicação | Classe C usa mais cartões

O crescimento da classe C pode ajudar o setor de cartões de crédito a driblar as dificuldades do mercado, segundo pesquisa realizada pela Avenida Brasil Comunicação. Hoje, essa classe social representa 85% da população brasileira e movimenta R$ 620 bilhões por ano.

Segundo o estudo, 69% dos cartões de crédito estão nas mãos de pessoas com renda de até R$ 1,7 mil, o que representa 86,9 milhões de cartões de crédito. Os private label, conhecidos como cartões de loja, são maioria na classe C: 134,9 milhões de cartões, o que significa 78%.

As classes C, D e E movimentaram, no ano passado, R$ 111,8 bilhões em cartões de crédito, o que representa 52% do volume total. “Isso nos leva a crer que o crescimento da classe média e a inserção de classes de renda mais baixa nos meios de pagamentos impulsionará todo o setor nos próximos anos. E as empresas devem ficar atentas à forma de consumir desses novos clientes, oferecendo informações para os consumidores reduzirem o risco de inadimplência”, alertou Renato Meirelles, sócio-diretor da Avenida Brasil.

Para este ano, a previsão é de que haja no Brasil 6,1 bilhões de transações com cartões, segundo levantamento da Abecs (Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços). “A classe C utiliza os cartões de crédito para pagar as contas que estão para vencer enquanto não recebem. Esses créditos curtos servem como capital de giro. Porém, como os limites são baixos, eles não conseguem comprar bens duráveis, como fogão e geladeira. Outra função do cartão de crédito para a classe C é um seguro para momentos de emergência”, explicou Meirelles.

Outro aspecto que o consultor ressaltou é que muitos consumidores dessa faixa de renda estão começando a fazer suas compras pela internet. Hoje, 75% dos internautas têm renda de até cinco salários mínimos e 41% da classe C já fizeram compras pela internet. E 40% dos internautas que compram na rede visitam lojas físicas antes de decidirem pela compra na internet.

Geração C
Os jovens da classe C estão sendo chamados de Geração C e são 32 milhões de consumidores. Desses jovens, 53% têm cartão de crédito; 81,3% querem comprar carro; 54,2% sonham em viajar para o exterior; 59,1% pensam em trocar de computador; e 54,8% querem ter negócio próprio.

A publicidade para a classe C é algo que deve ser revisto, segundo Meirelles. Para o consultor, a comunicação voltada para esse público é falha porque se utiliza de conceitos que não são interpretados corretamente por esses consumidores. “As referências são diferentes; a educação e a cultura também. O que é óbvio para as classes A e B está longe de ser óbvio para a classe C”, explicou Meirelles.

O conselho do consultor é utilizar o que ele chama inteligente, simples e objetivo. “Por isso os bancos foram correndo buscar parcerias com o varejo porque o varejo tem credibilidade e sabe se comunicar com a classe C”, concluiu Meirelles.

Fonte: HSM Management