Microsoft | “Bing”

Quem assistiu a série Friends, famosa série que fez um sucesso tremendo no Brasil e nos EUA entre os anos de 1994 e 2004 (sou suspeito para falar, pois tenho todas as temporadas) certamente vai lembrar do personagem de Matthew Perry, o Chandler, quando vir o novo buscador da Microsoft: o Bing.

O buscador  já está no ar. Uma versão marcada como beta pode ser acessada alguns dias antes da data prevista que seria dia 3 de junho.

Logo de cara, o novo buscador mostra que pode incomodar o Google, (líder de mercado com mais de 90% de participação no Brasil e 70% nos EUA) pelo menos nas ferramentas. A busca de imagens se mostrou eficaz, tanto quanto a do Google e ainda traz mais opções que a do rival: é possível filtrar os resultados por tamanho, formato da foto (horizontal, vertical), cor, estilo e se há pessoas ou não na foto. Mas não se enganem, essa é a versão beta.

No Brasil ainda teremos que esperar para ver serviços como  busca de passagens aéreas, serviços financeiros, informações sobre saúde (com banco de dados da própria Microsoft), viagens e hotéis, vídeos, comparação de preços, que já funcionam nos EUA. Tudo isso pode ser usado com filtros por localidade, entre outros.

Apesar da demora a proprietária do Windows finalmente mostrou algo além do MSN. Fãs do MAC: alguém aposta?

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Millward Brown | Brandz: Marcas mais valiosas

O Google permanece como a marca mais valiosa do mundo, com valor estimado de U$ 100 bilhões. A Microsoft é a segunda colocada com U$ 76,2 bilhões e a Coca-Cola se classifica como uma das 3 primeiras do ranking pela primeira vez, com U$ 67,6 bilhões.

“No momento atual, onde o valor de muitos negócios cai, as marcas se tornam ainda mais importantes porque é a marca que sustenta os negócios em tempos difíceis”, diz Eileen Campbell, CEO Global da Millward Brown, empresa organizadora do estudo denominado BrandZ das 100 marcas mais valiosas do mundo, que está em sua quarta edição.

No levantamento, detectou-se que o valor representado pelas 100 marcas chega a 1,95 trilhão de dólares (com um crescimento marginal de 1,7 ponto percentual).

Segundo Brown, “aqueles que continuam a investir em suas marcas estarão mais bem preparados para o crescimento dos negócios assim que a situação melhore, com vantagem em relação aos que decidiram cortar despesas”.

As principais tendências identificadas com a análise do ranking são as seguintes:

Valor — Marcas que representam valor pelo preço que se paga ou a qualidade a um preço aceitável, tiveram um bom desempenho. As marcas que cresceram são Wal-Mart, ALDI e Auchan, e H&M, que agora aparece como a primeira marca da categoria de roupas, calçados, e demais acessórios de uso pessoal.

Auto-indulgência — Em épocas de restrições econômicas, os consumidores continuam buscando auto recompensa com pequenos mimos pra si, mesmo que estes representem o vício. Marcas como McDonald’s, Marlboro e Budweiser tiveram uma performance muito positiva.

Experiências dentro de casa – Marcas que representem experiências dentro da casa tiveram um grande fortalecimento. Nesta tendência inclui-se a compra feita através da internet: Amazon e eBay; o café preparado em casa: Nespresso e Nescafé e os games – categoria que foi incluída na pesquisa pela primeira vez neste ano –  e já ficou em 32 lugar no ranking.

O mundo se torna wireless — A crescente popularidade do uso da internet e a mudança para o uso recursos como o iPhone e o Blackberry trouxeram um grande incremento na categoria de operadoras móveis como um todo, sustentado pela procura de serviços de transferência de dados. Vodafone, neste ano, entra pela primeira vez entre as 10 marcas mais valiosas. Nintendo também se beneficiou desta tendência com o equipamento portátil Nintendo DS.

Países do BRICs continuam em destaque  — As marcas globais que têm uma atuação forte nos países do BRICs ou as marcas dos países do BRICs têm uma melhor performance que as demais. Neste  ano, temos pela primeira vez uma marca brasileira entre as 100 do ranking: Bradesco é a marca colocada em 98° lugar. Nivea tem um bom desempenho na Ásia e se classifica como a 96ª marca. A marca com o maior crescimento em valor (168%) é o banco China Merchant´s Bank. É o único banco privado da China e investiu seus esforços em tecnologia de serviços ao consumidor.

Para conferir o resultado completo da pesquisa, acesse o website: www.millwardbrown.com/brandz.

fonte: HSM Online